Róisín Murphy voltou a atacar publicamente as pessoas trans e quem defende os seus direitos. Desta vez, o alvo foi Madonna, que acusou de apoiar o que chamou de «comboio TQ+» e de ignorar a sua alegada «homofobia inerente».
A cantora irlandesa foi mais longe. Segundo Murphy, Madonna não se preocupa com «crianças que teriam crescido para serem gays» e que estariam a ser «medicalizadas e prejudicadas antes de terem maturidade para saber quem são».
As declarações surgiram numa discussão sobre Geno Segers, ator que deveria estrear-se na Broadway em Hadestown, mas acabou por deixar a produção após a recuperação de várias publicações transfóbicas das suas redes sociais.


