O WorldPride 2026 arrancou este sábado, 25 de julho, em Amesterdão, com uma cerimónia marcada por um forte simbolismo político. A abertura oficial contou com a presença da rainha Máxima dos Países Baixos, mas as intervenções das várias figuras presentes deixaram claro que, num momento de crescente hostilidade contra as pessoas LGBTI+, o evento pretende ser muito mais do que uma celebração.

Até 8 de agosto, Amesterdão recebe cerca de 300 iniciativas, entre marchas, debates, eventos culturais e atividades comunitárias, reunindo participantes de todo o mundo numa edição que procura afirmar o Pride como um espaço simultaneamente de celebração, resistência e defesa dos direitos humanos.

A presidente da Câmara de Amesterdão, Femke Halsema, sintetizou essa ideia durante a cerimónia de abertura.