Acabam os concertos, desmontam-se os palcos, mas nem tudo fica para trás. Nos festivais de verão de 2026, encontrámos diversidade, comunidade e inclusão, mas uma pergunta se impõe agora: o que levamos connosco quando a festa acaba?
Ao longo deste Verão, o dezanove.pt acompanhou alguns dos principais festivais portugueses, como o NOS Alive’26, o FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, o Ageas Cooljazz, o BONS SONS, o MEO KALORAMA e a Festa do Avante!, à procura das histórias, das vivências e dos olhares de quem constrói estes eventos, de quem os visita e de quem lhes dá vida, cor e significado. A presença nestes diferentes contextos responde a um mesmo critério editorial: ouvir e dar visibilidade à diversidade de experiências, perspectivas e expressões que atravessam a sociedade portuguesa.
Nas conversas realizadas, foi recorrente a ideia de que os festivais em Portugal têm vindo a tornar-se espaços mais inclusivos. A aposta em programações diversificadas, em medidas de acessibilidade e em soluções que facilitam a mobilidade e a participação de diferentes públicos foi reconhecida por várias das pessoas com quem falámos.


